domingo, 9 de junho de 2013

Porquê Java?

Java. Até o nome nos soava a exótico e nos fazia abrir um sorriso de orelha a orelha, quando já estávamos certos de que seria o nosso próximo destino...

Sabíamos tão pouco de Java que por um lado isso nos fazia soltar a imaginação e no fundo é assim que costumamos começar as nossas viagens, bem antes de pormos o pé no avião...

É fantástico todo esse processo de "montar" uma viagem, é de uma liberdade extrema, porque podemos fazer o que nos apetecer, visitar o que quisermos, ficar o tempo que nos apetecer (ou quase).

Acho que existem poucas sensações tão libertadoras como a escolha de uma viagem, após 1 ano de trabalho que muitas vezes se destinava apenas a essa viagem, aquele exacto momento em que nos pomos a pensar no destino é de uma alegria imensa, olhamos para um globo e simplesmente escolhemos!

Nesta altura, tirando a Europa, tínhamos praticamente um mundo inteiro por descobrir, mas com a vantagens de já termos feito uma viagem ou outra, que nos fazia ter a noção exacta que chegaríamos a casa muito mais ricos do que quando partíramos.

E como escolher um destino? Ainda hoje, me surpreendo por vezes com as razões que nos levam a escolher 

Tínhamos claro um fascínio pela Ásia, um fascínio perfeitamente ingénuo ou inocente, já que não tínhamos qualquer experiência asiática para além das Maldivas, que não se pode propriamente comparar...

Mas às vezes são feelings, intuições, experiências contadas, lidas ou vistas, que se vão acumulando e que sem que demos por isso, nos "empurram" para este ou aquele destino.

Se olharmos ao que nos "empurrou" para Java, poderá parecer um motivo bem pequenino para empreendermos tal viagem, mas se olharmos para a fantástica experiência que vivemos, então podemos dizer, que havia algo mais que nos guiava...

O motivo foi um simples artigo de viagem numa dessas revistas de viagens que coleccionávamos e onde vinha quase que despercebido um artigo sobre o Borobudur.

Para quem, que como eu, não sabia o que é o Borobudur, posso afirmá-lo com toda a convicção, que é um dos locais mais belos à face da terra! Sim, não faço a coisa por menos, para mim o Borobudur está nos candidatos às minhas 7 maravilhas do Mundo!


É um templo budista do século VIII a IX, totalmente esculpido em basalto, de uma beleza indescritível, exponenciada pela natureza circundante, que nos faz subir os sete patamares até ao topo do templo com a convicção plena que também nós atingiremos o que esse topo representa: o Nirvana!

Mas antes de mais, voltando à fase de "construção" da viagem, foram muitas as noites passadas a escolher entre as Voltas ao Mundo e Rotas e destinos que traziam qualquer coisa sobre a Indonésia, lendo-as avidamente. Comprámos pela primeira vez aquela que se tornaria a nossa "bíblia" de viagem:  o "Lonely Planet". Esta experiência na Indonésia com o Lonely Planet, correu tão bem, que nunca mais fomos sem mandar vir da amazon o lonely planet do destino que queríamos, chegámos a mandar vir simplesmente para planear as viagens...

Parece que nos estou a ver no Picoas Plaza, depois de ter levantado o guia na Bertrand, a folhear aquele guia de lombada roxa, à procura das escassas páginas com fotos a cores, e a stressarmos, porque queríamos mais, mais fotos, queríamos ver mais e no entanto, aquele guia, que nos pareceu oferecer pouco, no fundo deixou-nos ainda com mais água na boca e revelou-se verdadeiramente certeiro nas dicas que nos "deu".

Mas voltando a Java...

Java tem uma história rica em batalhas e disputas pela sua posse.

Vários reinos mais ou menos duradouros foram moldando ao longo dos séculos as gentes desta terra que formam hoje a ilha islâmica mais populosa do mundo. Aqui estão cerca de 100 milhões de almas.

Assim se vê a natureza pouco doutrinadora dos holandeses, a última potencial colonial na Indonésia, que sempre práticos não perdiam tempo com esses pormenores comezinhos  de doutrina e religião.

Liderados pela primeira Multinacional, a companhia das Índias orientais holandesa, fixaram-se apenas para comerciar, já que os accionistas eram pouco sensíveis a cruzadas contra os infiéis ou a conversões...

Mas antes dos holandeses fundarem Batávia, a actual Jacarta, capital do país, passaram por aqui uma série de povos e religiões. Budistas e hindus passaram por aqui e claro, os portugueses como não poderia deixar de ser foram os primeiros ocidentais a chegar em 1512.

Java está no famoso anel do pacífico como aliás toda a Indonésia . Pode dizer-se que por aqui "até a barraca abana!". A barraca e não só, abana tudo e muitas vezes e para acompanhar são servidas belas erupções dos vários vulcões activos à disposição.

A natureza hostil moldou não só o carácter dos javaneses como também as belíssimas paisagens que por aqui podemos encontrar....

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Singapura, a porta de entrada...

Singapura é uma óptima porta de entrada na Ásia, quer pela sua localização privilegiada no coração do Sudeste asiático, tornando-se desta forma num hub preferencial com ligações directas para uma série de destinos, quer pelo facto de ao ser um país “civilizado”, suavizar desta forma a entrada no sudeste asiático “mais profundo”.


Foi a nossa primeira experiência no sudeste asiático, isto se considerarmos que as Maldivas, embora já se encontrem na Ásia, não contam para a experiência continental J

Mais uma vez, a KLM, a companhia dos “pobres”, colocou-nos em Singapura, após 13 horas de voo desde Amesterdão.

Ainda éramos tenrinhos, e sofremos verdadeiramente de “jet lag” por isso, o primeiro passeio em Singapura, ainda na manhã da chegada, assemelhou-se um pouco a um casal de bêbados a voltar para casa às 8 da manhã…

A impressão antes de ir, era a de que tudo era proibido em Singapura. Que existiria uma verdadeira repressão sobre uma série de comportamentos, alguns tão ridículos como o facto de comer pastilha elástica! Seria por isso, o supra sumo da civilização (na linguagem politicamente correcta claro…)

Não foi tanto assim, fumei à vontade, até mesmo no lobby do hotel e muito menos tive problemas com pastilhas elásticas, mas confesso que ao início fumava a medo na rua :-)

Singapura é uma metrópole, e ainda que eu seja pouco fã de metrópoles, a verdade é que é impossível escapar-se-lhes e não ficar pelo menos 2 ou 3 dias para as conhecer…



Nesse aspecto, Singapura, é até um bocadinho especial, porque para além dos inevitáveis arranha-céus e largas avenidas, é possível escapar a este “banho de civilização” e refugiando-nos nas muito castiças, China town, Little índia ou Arab Street!

Mas voltemos ao início, já que partimos do central Orchard Hotel na claro está Orchard Road, avenida larga e carregada de arranha-céus com um “mall” a cada esquina e provavelmente com a maior densidade de lojas de luxo de Singapura.

Este caminho leva-nos até ao mar, onde chegamos ao coração de Singapura onde o símbolo da cidade o “merlion” que traduzido à letra, seria um “serleão”, mistura de sereia com leão, lá está a jorrar água pela boca, com a ópera, esse fantástico edifício “arraçado” de porco espinho, em perspectiva.



Esta baía é bem agradável e proporciona uns belos passeios ribeirinhos, uma vez que Singapura como cidade civilizada que é, proporciona neste aspecto toda a segurança e todos os atractivos de uma cidade organizada.


Para além disso, os arranha-céus até são bastante agradáveis :-)


Nesta nossa primeira incursão em Singapura, e porque tínhamos pouco tempo, optámos por visitar apenas a China Town e ficámos rendidos! É a China Town mais civilizada do mundo!

É verdadeiramente um highlight de Singapura, onde nos podemos perder numa mini-China, mas de forma civilizada, limpa e arranjadinha! Parece uma pequena chinese Disneyland :-)




Muito bom! Deu para comer umas perninhas de rã e tudo... aaaahhhg

Pelo que vimos até agora é certo que nos vamos divertir também no regresso a Singapura dentro de 3 semanas!

Mas nessa altura, voltaremos de certeza mais “ricos” e muito, mas muito mais felizes depois da nossa voltinha por Java, Bali e Lombok…

Vamos lá então para a Indonésia!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

À descoberta da Indonésia...

A indonésia é um país fantástico!

Acho que esta é a melhor forma de começar, é uma espécie de declaração de interesses, antes mesmo de iniciar qualquer comentário.

Mas afinal o que torna a indonésia, do ponto de vista de um viajante claro, tão fantástica?

É simples, a sua diversidade cultural, a sua riqueza étnica, a sua diversidade e complexidade geográfica. A sua diversidade natural, a riqueza histórica e o património relacionado e a espontaneidade que ainda existe nos locais menos turísticos.


A indonésia é constituída por uma infinidade de ilhas, que têm essa particularidade da insularidade, que faz com que o isolamento permita um desenvolvimento diferenciado de ilha para ilha.

Apenas como um primeiro atractivo, a indonésia possui parte do Bornéu, a ilha de komodo com os seus famosos dragões.



 As Celebes (ou Sulawesi) com a sua paisagem irreal e os rituais funerários únicos no mundo, vulcões activos como o bromo ou o Merapi ou o mítico e já extinto Krakatoa.  A ilha de Bali, como Meca do turismo e onde reina a religião hindu, que nos atrai com toda a sua fervorosa e colorida ritualização.


Tem atóis e ilhas a perder de vista, com o supra sumo das paradisíacas (estas sim) praias tropicais. Bom, é um sem fim de interesses, que justificariam por si só várias viagens.


Da nossa parte infelizmente, não iríamos ver nem um terço do que relatei atrás, motivo mais do que suficiente para voltar. Para mim, pelo menos, o Bornéu e as Celebes (Sulawesi) estão no top da minha wish list para o futuro!

Esta Viagem foi realizada em 2005, onde ainda estava à flor da pele um ressentimento muito forte contra a Indonésia por força de todos os acontecimentos em Timor e que nos deixaram a todos chocados desde que o jornalista inglês Max Stahl enviou aquelas imagens difíceis de esquecer do massacre de Santa Cruz em Díli.

À época estavam também ainda bem frescas as imagens do atentado terrorista em Bali em 2002, que matou mais de 200 pessoas, sendo que mais de 130 eram turistas estrangeiros. Olhando para trás, também não esqueço que apenas 2 meses depois de termos voltado, mais bombas explodiram em restaurantes turísticos à beira mar em Bali, matando mais de 30 turistas…

Mas a Indonésia, também sofreu uma rápida mudança política, e a crise asiática “empurrou” o presidente Shuarto, abrindo as portas a uma maior democratização na Indonésia. 

Este factor, aliado às imagens belíssimas que fomos retirando de revistas livros e sites, levou-nos a querer conhecer a indonésia e o mínimo que poderei dizer é que não nos arrependemos… Apesar de termos apenas “aflorado” uma ínfima parte do País.


Programada a viagem, estava decidido, o nosso destino seria Yokyakarta a cidade “real” na ilha de Java, a principal ilha do país e onde se localiza também a capital Jakarta, que decidimos não visitar, um bocadinho, por causa daquele sentimento que falei antes da relação com Timor, onde aprendemos a “detestar” o nome da capital indonésia.

Também achámos que teríamos mais atractivos noutros locais e como o tempo não estica…

Teríamos que ir obviamente a Bali e também à menos visitada ilha de Lombok.

Para aumentar ainda um pouco mais as expectativas, ficaríamos quer à ida, quer à volta em Singapura, para conhecer uma cidade/estado fantástica e que nos surpreendeu pela positiva.


Vamos lá então! As expectativas são as melhores e a adrenalina e aquele friozinho na barriga que se instala na hora de partir misturado com o sentimento de que nos perderemos no exotismo oriental, não nos deixa dormir de véspera, o que só ajuda na hora de enfrentar 13 horas de vôo…

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Amesterdão, uma pausa no regresso...

Amesterdão é um daqueles locais especiais e consensuais que recolhe fãs um pouco por todo o mundo por força da sua especial mentalidade onde um pensamento “liberal” cultivado há séculos e que permite a existência de uma série de particularidades que durante muito tempo apenas eram possíveis por aqui.


Amesterdão será um dos raros locais do mundo, já não será o único, onde é possível ver famílias inteiras desde o avô ao neto a passearem no bairro vermelho com a maior descontracção.

Aqui misturam-se divertimento, sexo e drogas como em nenhum outro local do mundo de uma forma perfeitamente civilizada e controlada.


Aqui no fundo, parece que se deu uma lição à hipocrisia vigente um pouco por todo o mundo, onde existem todas estas actividades mas de forma ilegal.

Aqui convivem sex shops, casas de sexo ao vivo, coffee shops com mais drogas leves do que alguma vez tinha até à data ouvido falar com uma cidade perfeitamente civilizada, que ainda por cima é uma das mais belas da Europa, fruto da sua extensa rede de canais e arquitectura típica com as suas casas escuras e em tijolo seculares, altas e estreitas e que em muitos casos parecem querer espreitar os canais que passam à sua frente, já que se encontram inclinadas para a frente…


Aqui, todo o frenesim e divertimento convive de forma surpreendentemente pacífica com os pacatos bairros circundantes, onde chega a estranhar que a apenas alguns metros de toda uma imensa actividade encontremos verdadeiros locais de retiro como se de repente tivéssemos aterrado numa pequena aldeia do interior.


É também um local de cultura, onde as artes têm um verdadeiro papel no dia a dia das pessoas. No cardápio encontramos desde os mundialmente famosos museu Van Gogh, Rembramdt ou Rijks Museum, na “esplanada dos museus, até ao Madame Tussaud na Dam ou o museu do sexo mesmo em frente à estação central.









A própria estação central é uma visão fantástica, um monumento em si mesmo, que fervilha de vida e que "fornece" Amesterdão com milhares de turistas por dia.


Também junto à estação central, podemos observar um impressionante parque de bicicletas, verdadeiro ícone de Amesterdão, onde é muito mais fácil ser atropelado por uma bicicleta do que por um carro.


Nas bicicletas, é curioso, porque o que se vê, são pasteleiras do tempo da II Guerra Mundial, velhas e ferrugentas, mas que parecem não se querer desligar da história desta cidade. Ainda nos dias de hoje a rivalidade entre holandeses e alemães, trás à baila o roubo das bicicletas durante a guerra...

Por falar em II Guerra mundial, pode-se visitar também a mundialmente famosa casa de Anne Frank, a criança judia que juntamente com a sua família, viveu durante alguns anos da II guerra mundial num anexo secreto e onde relatou no seu diário o dia a dia difícil e tortuoso de como uma família tentava de uma forma artificialmente “normal” prosseguir a sua vida apesar de todas as incidências do flagelo da guerra. Infelizmente a família foi denunciada e mandada para distintos campos de concentração nazis, onde todos acabaram por falecer, excepto o patriarca Otto Frank, que haveria de receber dos seus antigos amigos e cúmplices e publicar o “Diário de Anne Frank” que se tornou imediatamente um best seller internacional e que assim permaneceu até aos dias de hoje.

                                                                        Anne Frank

Amesterdão é um manancial de atracções e divertimentos. É uma cidade viva, cheia de história, que se cruza também com os portugueses, fruto do estabelecimento de uma abastada “colónia” de judeus portugueses, que estupidamente foram expulsos de Portugal e que por aqui se estabeleceram, formando uma das principais comunidades locais e fundando a impressionante Sinagoga Portuguesa de Amesterdão que é um marco português comovente no coração da cidade..

Já disse muito, mas parece que falta dizer tudo sobre esta cidade de ruas estreitas e acolhedoras, o ar descontraído com que as pessoas “ostentam” a sua felicidade, as inúmeras lojas especializadas em vinhos ou azeites ou enchidos, as  milhares de pontes de todas as formas e feitios, as casas flutuantes, o dique que mantém a cidade à tona de água e que é também a origem do nome da cidade (Amstel Dam é o dique no rio Amstel), o famoso mercado das flores, o artesanato, com as socas e o Gouda à cabeça, os passeios de bicicleta pelas vias bem sinalizadas e respeitadas, ou pelos parques que aqui e ali fazem a cidade respirar, as tulipas  enfim, é um local que não me canso de visitar e por isso mesmo aproveitámos a “escala” em para aqui ficarmos 3 ou 4 dias na companhia do nosso primo David que veio ter connosco.














Momentos bem passados, tranquilos e sem horários, não deixando no entanto de fazer de tudo um pouco.

Foi uma excelente transição entre o ponto final da nossa lua de mel nas Maurícias e o regresso a Lisboa.

Em casa, seria certinho, teríamos à nossa espera uma fabulosa “depressão pós-férias” !

quinta-feira, 28 de março de 2013

Maurícias, final de uma lua de mel em África!

Entre muita praia e descanso e o imperdível snorkeling, que não me canso de valorizar, já que sou um perfeito apaixonado por esta “modalidade”, tirámos mais um dia para conhecer um pouco da ilha.





Lá fomos, com o mesmo guia, com o qual já tínhamos combinado no final da última visita e o objectivo seria perdermo-nos um pouco sem destino..

Foi o que fizemos e limitámo-nos a admirar a paisagem, a vegetação e alguma fauna mais curiosa, mas o nosso guia, por “deformação profissional”, lá nos foi propondo alguns locais de visita, a que fomos acedendo de bom grado.



Acabámos por visitar no centro da ilha a cratera do vulcão que deu origem à ilha.


Bem como uma fábrica / museu do açúcar, onde nos surpreendemos em primeiro lugar com a nossa ignorância sobre o assunto e em segundo lugar com a relativa complexidade do processo que proporciona um sem fim de tipos de açúcar e derivados que pouco conhecemos.


Foi muito interessante, porque a economia do açúcar, já foi primordial em tempos ancestrais ao ponto de o açúcar ser chamado de “ouro branco”.

É aqui que o açúcar se cruza com a História e coloca no mapa um sem fim de locais no mundo que surgem apenas por serem propícios às plantações da “doce” cana.

Esta relação do açúcar com a história, não deverá ser alheia ao facto de aqui o museu se estender para além do próprio açúcar e abarcar uma área alusiva à história das próprias Maurícias, onde pudemos mais uma vez dar uso ao nosso genesinho mais vaidoso pelo facto de aparecermos mais uma vez como os descobridores das Maurícias e quem pela primeira vez as deu a conhecer ao mundo ocidental.

Em seguida seguimos para Port Louis, a capital das Maurícias, que praticamente atalhámos, dado não existir praticamente qualquer motivo de interesse por aqui para além de alguns edifícios coloniais que ainda persistem e para confirmar in loco a diversidade étnica e cultural presente na ilha.



Misturam-se sem qualquer problema lojas chinesas, árabes africanas, Indianas, europeias, há um pouco de tudo. A oferta gastronómica é também como se poderá imaginar, rica e diversa.

Voltámos ao hotel, com a sensação positiva de quem não “perdeu” tempo em visitar as Maurícias, já que é bastante agradável quer para a ansiada estadia na praia, já que as praias, embora não sejam as melhores em que já estivemos são de categoria superior (para os nossos elevados requisitos J ) onde se consegue estar com privacidade, quer pela possibilidade cultural que nos é oferecida e que é francamente positiva.

Mais uma vez desafiámos a sorte no que à meteorologia diz respeito e como já vem sendo anormalmente natural, mais uma vez fomos privilegiados com um clima fantástico sem chuva, que apenas nos visitou uma vez e que nos “obrigou” a passar uma manhã no Spa do hotel.


Foi bom! Vai para para o “dossier” das boas memórias e é já com nostalgia e saudades que partimos neste quase fim de festa da nossa lua de mel que é o nosso regresso via Nairobi à Europa, que vai ter no entanto uma pequena fuga a Amesterdão antes de voltar definitivamente a Lisboa…